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Vollüspa
(já disponível)
Muito mais que um título, Vollüspa significa renovação, a morte do velho e o nascimento do novo, purificação, se o leitor preferir. Foi deste vocábulo da mitologia Nórdica, retirado do Edda Poético, fonte de inspiração de muita da literatura fantástica, que surgiu a ideia um trabalho desde tipo.
A ideia é simples: juntar alguns dos melhores autores portugueses de literatura fantástica com vozes mais desconhecidas, mas não menos importantes, e dar a conhecer os seus trabalhos de ficção curta. O objectivo é claro: ajudar a alcançar uma revitalização no género da Ficção Científica e do Fantástico! A literatura fantástica precisa destes projectos. É necessário dar a conhecer novos mundos, bem como oferecer uma nova base de trabalho para os autores, onde possam desenvolver a sua paixão.
Os três grandes géneros da literatura fantástica estão representados neste volume: a Ficção Científica, com textos de Afonso Cruz, João Ventura, Luís Filipe Silva, Carlos Silva e também com um texto da autoria do coordenador, Roberto Mendes. É notória uma aproximação ao Terror e ao Realismo Mágico nos textos de José Pedro Lopes e de José Manuel Morais. A fantasia de Joel Puga, Carla Ribeiro, Álvaro de Sousa Holstein, Regina Catarino, Marcelina Gama Leandro, Nuno Gonçalo Poças, Carina Portugal e o conto de Pedro Ventura, que recupera o ambiente de Rod Serling, oferecendo ao leitor uma viagem no universo típico de Twilight Zone, completam o ciclo desta primeira Vollüspa. O leitor pode deambular entre a história de um último vampiro, receber os recados de máquinas que escrevem sozinhas, conhecer raças alienígenas que dominam os humanos num futuro distante, assistir à queda de Roma, ouvir os acordes de uma música que toca as almas de uma forma muito especial, ser levado ao limite pela figura mítica da morte, viajar pelos céus descobrindo os seus segredos e celebrar um natal artificial, onde tudo imita o verdadeiro, sempre com a devida patente registada... |
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Amor, aqui não, sim?
(já disponível)
(...) Soa grito de gaivota inesperadamente sobrevoando-os, baixinho, decerto que exultando à vida e à sua comunhão. Forte, cadenciado, é um gozo seu voar! E assim vai em direcção a poente, escutando-se cada vez mais longe. Fôra, à sua passagem, clímax de glorificação ao amor! (...)
(...) Justo, encaixadinho por todo, indicia qu’irá por lá tirar uma TAC ou, sabe-se cá, partir para tentativa de bater o record de velocidade em veículos monolugar sem motor! Tal qual, deitado por questões de aerodinâmica, de menor atrito. Cá está, agora o entendo: só d’imaginar(se) despistado, ravina abaixo, mandaria que o cremassem antes. (...)
(...) Da entada ao altar, quase, há um corredor separando a meio fileiras de bancos corridos, em pau. Cheiram a cera, também, ou melhor, a madeira encerada. Lá fora, no jardim, nas esplanadas pela marginal, os bancos não são corridos assim! Lá fora, por tudo quanto é sítio, nem as partes são meias-partes como aqui: ele é mais mulheres que homens, mais velhos que novos, mais pobres que ricos, mais bichos que gente! (...)
(...) – Hoje (segreda-lhe) é o dia mais lindo de todos quantos já vivi! Há pouco que despontou, é verdade... Mesmo assim, já se me preencheu de bem e de belo como que se durasse imensamente para além das 24 horas! Tão cheio, amigo, tão repleta do que senti nunca, entendes? – Ão... – Obrigada, cachorrão, obrigada... Queres, ou não, que te conte o meu segredo? (...) |
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A Vida de Um Gajo com Bigode
(já disponível)
A história praticamente verídica de um homem que abdica de quase tudo para ser feliz com o seu bigode. Umbertto convida-o a entrar neste apaixonante Universo do emaranhado capilar que tapa a área compreendida entre o lábio superior e o nariz..
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Em Viagem
(já disponível)
Alberto Monteiro nasceu no Porto, em 1960.
Considera-se um “fotógrafo de fim-de-semana e de férias”. Começou a sua actividade fotográfica nos anos 70, no núcleo de fotografia do liceu e quando tinha o seu laboratório a preto e branco. Alguns anos depois, por diversos motivos, parou a sua actividade fotográfica. Volvidos vinte anos, voltou a fotografar. Os anos de 2001 e 2002, em que fotografava todos os dias, foi a sua época mais frenética de criação fotográfica e teve a oportunidade de a partilhar em vários sites de fotografia que na altura ‘descobriu’.
A fotografia tornou-se, para ele, uma paixão.
“Gente” era – e ainda é – o seu tema fotográfico preferido. Aliás, costuma dizer “não sei fotografar paisagens” e que o seu melhor ambiente para fotografar é “ter uma câmara pronta a disparar nas mãos e estar rodeado de gente disponível para ser fotografada”. Isto – diz – é o suficiente para se sentir bem a fotografar.
Ao longo destes anos desenvolveu vários projectos fotográficos a médio e longo prazo, fez algumas exposições individuais e entrou em várias exposições colectivas em Portugal. Ilustrou alguns livros com fotografias suas. Criou alguns livros com trabalhos seus num site de auto-publicação ( http://blurb.com).
Em 2002 criou uma comunidade online de fotógrafos – amadores e profissionais – onde cada um partilha os seus trabalhos fotográficos com total liberdade ( http://fotoalternativa.net) e em 2007, a partir do acervo fotográfico desta comunidade, lançou um blog (http://blog.fotoalternativa.net) que passou a ser actualizado diariamente. Ainda com base nesta comunidade, surgiu, em 2009, a ALT - Associação de Criadores de Fotografia, para ser base jurídica a dois espaços de fotografia criados em Portugal: Alt Fabrik, em Lisboa, e espaço_Alt, no Porto, onde são lançadas actividades relacionadas com a fotografia.
Vive presentemente em Lisboa. |
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A Janela do Sol Poente
(já disponível)
“Se os nossos pais e a natureza nos deram a vida, passa fundamentalmente por nós dar-lhe conteúdo, preenchê-la através da nossa vontade com bem-estar, amizade e felicidade, percorrendo os seus ciclos com tudo o que nos oferecem de bom e de mau, agradável e desagradável, positivo e negativo.
Vamos dizer com muita convicção e alegria aquilo que tantas vezes dizemos resignados: «é a vida»!...”
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Mentiras Fundamentais da Igreja Católica
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Cinderela de Saia Justa
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Auschwitz
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Ao Contrário Das Ondas
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A Outra Casa de Mazón
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